*Paulo Brossard
Minha filha Magda me advertiu de que
estamos a viver tempos do Apocalipse sem nos darmos conta; semana passada,
certifiquei-me do acerto da sua observação, ao ler a notícia de que o douto
Conselho da Magistratura do Tribunal de Justiça do Estado, atendendo postulação
de ONG representante de opção sexual minoritária, em decisão administrativa,
unânime, resolvera determinar a retirada de crucifixos porventura existentes em
prédios do Poder Judiciário estadual, decisão essa que seria homologada pelo
Tribunal. Seria este “o caminho que responde aos princípios constitucionais
republicanos de Estado laico” e da separação entre Igreja e Estado.
